Marina Ribeira Adventure Club

Ribeira Adventure Club- Galeria de Fotos

Loading...

Ribeira Adventure Club - Seu Clube de Aventuras na Paraíba!!!

A Ribeira Adventure Club foi fundada no dia 01Abr10 com a proposta de ser um clube voltado totalmente para os esportes de aventura. Amantes de esportes como Vela( sailing), Canoagem, Mergulho, Mountain Bike, Trekking, Montanhismo e outros terão apartir de agora um espaço para praticar, discutir e viver toda a emoção dos Esportes de Aventura.Nosso desafio é transformar a Ribeira Adventure Club em um espaço social que agregue grupos e pessoas em torno dos Esportes de Aventura.
Buscamos Parcerias e Associações com pessoas ou grupos ligados ao Turismo de Aventura, Eco-turismo e Turismo Náutico. Busque informações em um destes contatos: ribeiraadventureclub@hotmail.com - skype: lucianozinn - fones: 0055 83 3665.5003 ou 083 9691.6009 (tim)

domingo, 12 de fevereiro de 2012

The Brazilian Ribeira : A New Venue for Cruising Yotties


The Brazilian Ribeira : A New Venue for Cruising Yotties

The Rio Paraiba, already a popular point of entry for visitors to Brazil, now boasts a new mooring facility intended expressly for low-budget yotties. Situated five miles from the river’s entrance and the port of Cabedelo, the Ribeira Adventure Club lies opposite the well-known cruising venue of Jacare. Whereas that one-time fishing village is now a busy place, popular with the Brazilian jet-set and notorious for its all-night music, Ribeira is nothing more than a collection of adobe cottages strung out along a rutted track. Hidden from Jacare by an island of mangroves, it is an idyllic spot. Parrots scream for the tree tops; monkeys cross the lane on a telephone cable tight-rope; and although there are no longer any alligators in the river, from time to time manatees are seen grazing in the shallows.
60km of forest and sugar-cane fields separate Ribeira from the nearest town - Joao Pessoa - but although the place is isolated it is not cut off. To get to the supermarkets and other amenities one simply hops aboard a “canoa” and crosses the river. From Jacare the city is just a 20 minute train ride.
Luciano Zinn, owner of the new mini-marina, claims that his fees are the lowest in all Brazil, and they are 40% lower than the charges in Jacare marina. Zinn is, himself, a cruising yotty and as such a member of a rare breed. (Brazilians don’t tend to cruise.) Having spent five years singlehanding in the Caribbean and Europe on a shoe-string he returned home with the aim of earning the money to set out again... and thus he is also looking for a business partner. If anyone fancies spending six months of each year in Ribeira and the other six cruising, Zinn would be glad to hear from them.

Text by Jill Dickin Schinas 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

70 dias fora da Ribeira - Parte II ( Segundo Delivery )

 

 
 

Terminado o primeiro delivery peguei um avião no Rio de Janeiro e fui para Porto Alegre visitar familiares e amigos. Fazia mais de dois anos que não tinha oportunidade de ir ao sul e o proprietário do próximo barco a ser transportado também vivia ali. Ao chegar na capital dos Gaúchos descobri que a maioria dos meus familiares havia viajado a Florianópolis para passar a festas de final de ano. Três dias após viajei de Porto Alegre para lá já que o meu tempo era curto e tinha passagem para Boa Vista comprada justo no dia do Natal. A idéia era chegar a Trinidad and Tobago cruzando a Venezuela por terra desde Boa vista e chegar ao porto de Guíria onde tomaríamos um ferry para cruzar o Golfo de Pária até Chaguaramas, Trinidad onde estava o próximo veleiro a ser transportado. Passei o Natal com parte da família e voei de Florianópolis para São Paulo onde me encontrei o com proprietário do veleiro. Daí tomamos juntos um avião para Boa Vista. Chegamos as 03 hs da manhã em Boa Vista onde pudemos conhecer a ultima tripulante que também iria participar da travessia e tinha tomado um outro avião desde São Paulo . Com a tripulação completa tomamos um taxi até a cidade de Santa Elena de Uairen, na Venezuela. O motorista cumpriu os pouco mais de 200 km dormindo ao volante a mais 130 km/hora. Depois de muita tensão e uma parada para um café chegamos ao amanhecer a fronteira. Fizemos a emigração e seguimos até o centro da cidade onde tomamos um outro taxi até a cidade de Tumeremo onde pernoitamos em um hotel de quinta categoria. No outro dia cedo tomamos um terceiro taxi para seguir até Ciudad Guayana .Lá buscamos um outro taxi que nos levou diretamente a Guíria. Em total fizemos 1500 km cortando a Venezuela de Sul a Norte. Não precisa dizer que os taxis não tem taxímetro e muito menos alguma indicação de que sejam taxis. O preço é combinado com o proprietário um pouco antes da partida. Como a gasolina é super barata para eles compensa e para nós não saiu tão caro. O problema é o estilo de pilotar dos venezuelanos. No mínimo a 130 km/ hora em estradas mal sinalizadas e com a mata tomando conta do que foi um dia um acostamento. Depois do susto com o primeiro motorista, já combinava, também a velocidade máxima que nos gostaríamos de viajar. Depois de 4 dias de viagem pela Venezuela chegamos finalmente ao Porto de Guíria onde no outro dia a tarde cruzamos o Golfo de Paria rumo a Trinidad and Tobabo. Foram duas horas de travessia para cumprir pouco mais de 40 milhas náuticas. Desta iria ajudar um amigo a levar seu Trinidad 37 de volta ao Brasil. O barco esta aqui pelo Caribe desde 1995 onde seu ex-proprietário desfrutava de velejadas durante o seu tempo livre. Meu amigo já o comprou abandonado aqui na Peake, uma das marinas de Chaguaramas com idéia de reformá-lo . O tempo foi passando e desde que o conheci aqui em Trinidad em 2007 o barco segue em seco esperando pelas reformas que faltam. Desta vez viemos dispostos a colocá-lo na água , fazer uns testes e se tudo estiver a contento, seguir para o Brasil pela costa . Começamos a trabalhar no dia seguinte a nossa chegada e passados 10 dias de trabalho o barco finalmente foi batizado na água novamente depois de muito tempo em seco. Fizemos um teste com o motor que apresentou alguns vazamentos mas nada grave. Os dias seguintes foram sempre de trabalhos no barco, seguidos de testes de vela-estaiamento com uma velejada de algumas horas pelo Golfo de Paria. Depois de apresentar varios pequenos problemas o proprietário achou mais prudente adiar a velejada de volta ao Brasil e colocamos o barco no seco novamente para trocar o  estaiamento e esperar o póoximo ano para então voltar ao Brasil. Da minha parte mais uma missão cumprida e dois dias após retornei a Ribeira Adventure Club depois de mais de 70 dias fora.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Setenta dias fora da Ribeira e mais dois deliverys para meu currículo

Com a crise da Europa afetando a vida global, a Ribeira Adventure Club não ficou de fora. Especialmente nós que recebemos principalmente velejadores Europeus. A saída é buscar a vida em outros lados. Por conta disto fui fazer o que mais gosto: TRANSPORTAR EMBARCAÇÕES A VELA ( Delivery´s Boats ).


O primeiro foi um Samoa 29 de nomeTaranis que estava em Salvador-BA e foi vendido para Rio das Ostras-RJ. Deixei a Ribeira Adventure Club  em 11 de novembro de 2011 , um dia depois do meu aniversário com destino a Salvador-BA  deixando mais uma vez a Concita a frente dos trabalhos na Ribeira. O que era para ser um trabalho de 12 dias no máximo se prorrogou por longos 39 dias. O Taranis estava a muito tempo parado e por conta disto tinha vários problemas para serem sanados antes de se fazer ao mar. Passei os primeiros 10 dias no Saco da Ribeira em Salvador somente tentado colocar o barco em condições. No check-list que fiz no dia 11Nov11 constatei 30 itens que precisava ser sanados ou providenciados para poder zarpar. Este é um dos principais problemas desta profissão. 99% dos Veleiros não navegam ou navegam muito pouco, ficando abandonados em marinas se deteriorando ao sabor do tempo. A maioria destes também não estão preparados minimamente para fazer uma travessia oceânica mesmo que costeira. Outro problema muito comum, também, é que os proprietários normalmente não tem conhecimento e muito menos querem gastar suas economias em questões de segurança. Para eles, os seus barquinhos estão sempre aptos a singrar os mares e você passa por um despreparado e oportunista querendo lhes tirar dinheiro. Terminei zarpando de Salvador no domingo, dia 20Nov11 com mais 02 tripulantes pagos que consegui através da internet e um amigo do novo proprietário do barco. Ao ligar o motor consertado a pouco menos de dois dias a primeira surpresa: o motor não arranca. Depois de ligar ao mecânico e esperar mais de duas horas sem ele aparecer, resolvi meter a mão e ver o que estava acontecendo. Descobri que o problema inicial não tinha sido resolvido. Entrava agua salgada pela mufla para dentro do cilindro. Resolvi o problema de forma paliativa e seguimos rumo sul. Com 7 horas de travessia estávamos quase na altura de Morro de São Paulo.Já havia anoitecido e o vento se mantinha de sul. Depois de consultar a tripulação, democraticamente decidimos entrar em Morro de São Paulo para pernoitar. O motor mesmo funcionando vibrava muito e além disso com os seus escassos 10 HP não rendia quase nada no mar aberto me fazendo ficar preocupado. Muitos problemas enfrentados de toda ordem, depois de 39 dias e arribar em Camamu-BA, Ilhéus-BA, Abrolhos-BA, Caravelas-BA, Barra do Riacho-ES, Vitória-ES, Marataízes-ES e finalmente Rio das Ostras-RJ, finalmente entreguei o Taranis são e salvo ao seu novo proprietário.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Novidades na Ribeira : Confecção da escada de acesso

Colocando os degraus na escada...
Trabalho de solda eléctrica

Demorou mas saiu!!!! Depois de quase um ano de meio usando uma escada normal finalmente conseguimos confeccionar uma escada mais decente para o acesso a Ribeira . Foram dois meses de trabalho em total. Trabalhos de solda na estrutura metálica e depois marcenaria na rampa e degraus e ainda por último pintura. A satisfação é grande depois de ver o trabalho concluído. A idéia inicial era confecciona-la toda em madeira, mas depois de orçar terminamos nos decidindo por a estrutura em metal , bem mais barata. A escada velha depois de servir como pau de carga para içar um motor Perkins que foi desmontado quebrou . Agora um pouco menor que o tamanho original e devidamente reparada ainda nos serve para outros trabalhos. A cada novo trabalho , novas habilidades foram adquiridas como os trabalhos com solda eléctrica que  até então não havia feito. A lista de tarefas nunca diminui mas aos poucos vamos eliminando uma a uma. Trabalhando normalmente eu e a minha companheira Concita, temos uma rotina dura de trabalho por aqui. Normalmente começamos por volta das 08:00 horas e vamos até o anoitecer realizando várias tarefas .

sábado, 3 de setembro de 2011

Ribeira Adventure Club em Obras

 


Depois de 40 dias fora da Ribeira em um Delivery de Portugal para o Brasil retornamos com um pouco de capital para dar seguimento aos melhoramentos  necessários a Ribeira . A lista de tarefas é grande e algumas das prioridades estão sendo executadas no momento. Colocação de mais um pilar de sustentação dos flutuantes, pintura dos flutuantes, reconstrução e aterro do muro  de contenção. No setor do Clube de Aventuras adquirimos um fogão de 04 bocas, um freezer e uma maquina de lavar para dar melhor conforto aos nossos aventureiros.A luta é árdua mas seguimos empenhados em tornar a Ribeira um acochegante espaço para a galera que curte esportes de aventura.











sábado, 30 de julho de 2011

Delivery Boat - Porto de Leixões/Portugal a Casablanca/Marrocos

O mundo é pequeno e aqueles que navegam percebem isto mais do que ninguém. E entre 2007-2009 quando estive perambulando pelo Caribe com o Tritton conheci  Kazumi, um Japones-Portugues-Brasileiro que tambem vivia a bordo de um veleiro. Juntamente com outro Paulista perdido por ali formamos o trio " Ralé do cais do Porto".  Erámos , sem dúvida os mais pobres velejadores daquelas paragens. O tempo passou, o mundo deu algumas voltas e velha expressão deu as caras novamente. Recém chegado de uma travessia que me afastou da Ribeira por quatro meses, em uma manhã de Junho recebi um email do aflito Kazumi desde Leixões, Portugal. Estava em apuros por lá devido a problemas com seu passaporte vencido e a falta de habilitação para estar singrando mares como vem fazendo a mais de 7 anos. Precisava urgente de alguém com habilitação de Capitão para lhe tirar do apuro. Lá vou eu novamente para o mar, desta vez para socorrer um amigo de sempre. Um dos três dar Ralé do Cais do Porto estava em apuros. Como já havia deixado minha companheira Concita sozinha na Ribeira por um tempo largo, resolvi levá-la junto. Embarcamos para Lisboa e dai de trem chegamos ao norte de Portugal, mais precisamente em porto Leixões. Mais de três anos sem ver a figura, chegando lá fomos direto a um bar para comemorar o reencontro. Lá entre copos do bom vinho Português ele me contou detalhes dos últimos acontecimentos.Fazia tempo já que não tinha seus documentos em ordem. Perdeu nas andanças pelo Caribe- Brasil-Africa e ao arribar ao porto de Leixões para consertar um problema elétrico foi apreendido por portar pasaporte vencido ( ele e a amiga) e não possuir habilitação para navegar ( nenhuma mesmo). Os dias que se passaram entre vir um documento me autorizando a velejar o Benneteau Oceanis 39 de bandeira Espanhola de um amigo dele até Brasil foram preenchidos com passeios gastronomicos pelos restaurantes de Leixões e a cidade do Porto . Foram 15 dias provando os mais variados pratos da culinária Portuguesa  regado a muito vinho.Numa segunda feira ventosa zarpamos com destino a Brasil com escala prevista para Mindelo, Cabo Verde antes de empreender a travessia do Atlântico. Com ventos fortes de norte fomos avançando somente com a genoa rizada interrompidos a cada tempo pelo alarme do piloto elétrico que desarmava cada vez que uma onda maior atingia o barco por sua aleta de boreste. O veleiro de " Marina" não estava preparado para grandes travessias. A mestra apesar de ter 03 rizos, todos eles eram insuficientes para enfrentar os fortes ventos de norte que soprava neste verão europeu. Não tínhamos outra alternativa se não usar a genoa enrrolada a menos de 30% e ainda assim enfrentar o stress de ter o piloto desarmando a cada instante. O barco seguia rumo sul a cerca de 15 milhas da costa de Portugal a um ritmo de 130 milhas/dia devido ao mar que se encontrava bastante grande. No quinto dia pela manhã depois de passar um noite horrível com ventos de 40 nós e mar de 4 metros. Pela manhã resolvi inspecionar o barco atras de alguma sequela da noite passada. Qual não foi a minha surpresa quando vi o eixo do leme sambando e borbulhando agua cada vez que o veleiro adernava no seu balanço natural nesta empopada desde Portugal. Estavamos a 120 milhas da costa de Marrocos neste momento e depois de uma rápida reunião entre eu e o Kazumi consegui convence-lo a arribar imediatamente em Casablanca, o porto mais próximo. Com o coração na mão e checando a cada tanto fomos avançando a 4,5 nós encurtando distancia entre a eminencia de afundar e o porto de Casablanca. Felismente depois de pouco mais de 24 horas após entravamos contentes no porto de Casablanca ainda flutuando. Termina aqui mais um delivery boat cheio de grandes emoções como deve ser uma ida ao mar.

sábado, 2 de julho de 2011

Marina em Cabedelo (Marina in Cabedelo)

Desde Abril-2010 os Cruzeiristas tem uma nova opção de Marina na região de Cabedelo. A Marina Ribeira Adventure Club situada na margem oposta da Praia do Jacaré, em Cabedelo é sem dúvida a opção mais acessivel em termos de preço da região. Dirigida pelo também cruzeirista Luciano Zinn e sua companheira Concita a marina oferece 12 vagas na água para veleiros de até 1,90 de calado, luz, água, internet, área de lazer com bar, piscina e churrasqueira além do atendimento acolhedor dos proprietários. Para maiores informações de como chegar até a Ribeira o cruzeirista pode entrar no linck "COMO CHEGAR ATÉ A RIBEIRA ( ARRIVING IN RIBEIRA) e anotar os wps para chegar até aqui apartir da praia do Jacaré.